Está sol E Num grande largo povoado De sombras Um pregador sob uma árvore Adverte em nome do bem Como um sol que faz Desaparecer sombras No canto de lá Um propagandista reclama Liberdade Como um sol que faz Sombras.
No ponto mais setentrional das névoas perpétuas No informe aglomerado de construções à chuva Uma placa diz cidade e começam as galerias De uma tarde na adega tonel Que vai desembocar nesta folha de papel E deparar sem saída com a porca Das sete mamas de um cardápio virtual Suspenso dos chifres de um bicho De sete cabeças em espiral Drapejando ruidosamente.