Fui feliz onde vivi
Cada momento como se não houvesse outro
Olho o que se me oferece
Não escolho ver
Para além do que conheço
Contemplo se me apetece
Se não
Está errado o que existe?
Está errada a forma
Como vemos
E como sentimos
E como pensamos
E como vivemos
Salvo erro
Tudo está errado
E é por isso
Que não podemos parar
De corrigir.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Para que não se faça silêncio
Estamos à beira de qualquer coisa que não sabemos o que é
E não é noite
Fitamos o curso da vida e que aprendemos?
Com um sufoco de revolta na garganta
Não nos abraçamos
Ouvimos o canto dos pássaros
E blasfemamos
Temos as mãos próximas
E não as damos
Porque preferíamos que as estrelas
Não existissem
Tristes muito tristes vamos
Desconfiados das próprias sombras
Se amamos
Não nos lembramos
Se estamos vivos?
Estejamos
Porque temos medo
E raiva e ódio e desespero
A morte é pouco menos que isso
E arremessamos palavras
Para que não se faça silêncio.
E não é noite
Fitamos o curso da vida e que aprendemos?
Com um sufoco de revolta na garganta
Não nos abraçamos
Ouvimos o canto dos pássaros
E blasfemamos
Temos as mãos próximas
E não as damos
Porque preferíamos que as estrelas
Não existissem
Tristes muito tristes vamos
Desconfiados das próprias sombras
Se amamos
Não nos lembramos
Se estamos vivos?
Estejamos
Porque temos medo
E raiva e ódio e desespero
A morte é pouco menos que isso
E arremessamos palavras
Para que não se faça silêncio.
Subscrever:
Mensagens (Atom)