sábado, 2 de janeiro de 2010

Poema de amor

Fugi das luzes dos espaços amplos
Escondi-me das vistas
De sacerdotes e juízes
E da curiosidade
Do constrangimento
Das lendas de amor
Para te olhar com a pobreza
Da minha solidão
E falar-te do prazer
Como se fosse a mentira
Do amor
Do que tarda mais
E não sabemos
Se haverá
Algo mais
Que o calor do corpo
Que temos para dar.

3 comentários:

Paulo-Roberto Andel disse...

muito bom, poeta!

uma grande década para ti!

abraço.

Ana Guimarães disse...

Belo começo de ano, Carlos, parabéns!

Djabal disse...

Não, meu caro não haverá.
Saber é sentir. Esquivar é o viver.
Como já disse Ana: belo começo de ano. Desejo-lhe sorte, saúde, paz e harmonia, na medida exata dos sonhos.
Abraços.