domingo, 20 de setembro de 2009

Como é belo o teu dizer

Como é belo saber ver
Do lugar onde cheguei
Do luar que acreditei
Do deitar tudo a perder
Do não sei pra onde vou
Como é belo compreender
Que o tempo nunca parou
Nas rosas que vi nascer
No vaso do nosso amor
Como é belo saber ver
Que a vida lança raízes
No solo estéril da dor
Como é belo ouvir dizer
As palavras que me dizes.

3 comentários:

Texto-Al disse...

mt sensibilidade;)

T.

Djabal disse...

O poeta está se 'livrando' do sentimento , não só mostrando; causa alguma surpresa. Agradável surpresa.
Daquelas donde se vêem as facetas imponderáveis e aquelas inexploradas até agora, só nos aumentam o prazer de ler. Uma bela declaração de amor. Amor que não prospera em solo estéril. Abraços, meu amigo.

Luísa N. disse...

Que lindo poema, amigo!