sábado, 2 de janeiro de 2010

Poema de amor

Fugi das luzes dos espaços amplos
Escondi-me das vistas
De sacerdotes e juízes
E da curiosidade
Do constrangimento
Das lendas de amor
Para te olhar com a pobreza
Da minha solidão
E falar-te do prazer
Como se fosse a mentira
Do amor
Do que tarda mais
E não sabemos
Se haverá
Algo mais
Que o calor do corpo
Que temos para dar.

3 comentários:

  1. muito bom, poeta!

    uma grande década para ti!

    abraço.

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  2. Não, meu caro não haverá.
    Saber é sentir. Esquivar é o viver.
    Como já disse Ana: belo começo de ano. Desejo-lhe sorte, saúde, paz e harmonia, na medida exata dos sonhos.
    Abraços.

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