JÁ AGORA
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Da tua pele que se aflige
Com lábios devassos e impuros
Afloro as camuflagens sensíveis
Da tua pele que se aflige
Abro com os dedos
As folhas do teu livro casto
Como uma tempestade impiedosa
Para o fruto bamboleante.
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